quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Aspectos “bio-psico-teológico e legais” do aborto.


Prezados internautas, continuando na esteira da proposta deste blog, passo a refletir com vocês a respeito do palpitante e difícil tema: ABORTO. Assim, postarei alguns textos que primarão fundamentalmente pela transdisciplinariedade temática:Ótica jurídica, Biológica, Psicológica e Teológica.


Aspectos “bio-psico-teológico e legais” do aborto.



Introdução

Analisamos nesta texto o tema aborto. Sem sombra de dúvidas um dos temas mais polêmicos nos dias de hoje! Ao lado de temas como clonagem humana, uso de células tronco com fins terapêuticos, eutanásia etc; O aborto se apresenta em alto relevo. Pelo menos sob o ângulo de quatro “pilastras” mestras se debate o tema aborto, a saber, Biologia, Psicologia, Teologia e Legislação. Provado está que cada uma destas “pilastras” se mostram indissociáveis quando se discute o tema, a exclusão de qualquer uma delas torna o debate trôpego e ilegítimo.

É ponto pacífico e inarredável e positivo o fato de que governo brasileiro , através do Ministério da Saude passou a tratar o tema aborto como uma “Questão de saúde pública”. S obressaem-se aqui os seguintes argumentos: “O Aborto é a 4ª. Causa de morte de mulheres no Brasil”, “De maneira indiscriminada o aborto continua sendo feito em circunstâncias deploráveis sob o aspecto dos cuidados mínimos de técnica médica e higiene”, “Temos milhares de crianças de rua, abandonadas em casas-abrigos e orfanatos”, “A mulher tem direito sobre o seu corpo, faz dele o que bem entender, ela precisa ter em suas mãos a decisão de ter ou não um filho (a)” etc.

O Que é o aborto?

A palavra aborto provém do latim ab-ortus, ou seja, “privação do nascimento”.
Aborto, é assim a interrupção da gravidez., (espontânea ou provocada, sendo neste segundo caso identificada medicamente e legalmente como interrupção voluntária da gravidez – IVG) de uma gravidez antes do final do seu desenvolvimento normal, sendo que muitas pessoas o definem como a morte do embrião ou feto.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), só existe tecnicamente um aborto quando o peso do embrião ou feto ultrapasse quinhentos gramas. Este peso é atingido quando a gestação se encontra por volta da 21ª. semana de gravidez.

Espécies de Aborto
Classificação:

• Aborto Espontâneo, também chamado de involuntário ou casual: ocasionado a partir de situações naturais, alheias à vontade humana.
• Aborto provocado, é o aborto efetuado de maneira absolutamente deliberada. Que se subdividem em:
1. Aborto sentimental ou “honoris causa”: Quando a gravidez é conseqüente de estupro;
2. Aborto eugênico, eugenésico ou profilático: motivado por anomalias ou deficiências físicas do nascituro;
3. Aborto por causas econômicas: quando os genitores não têm condições econômicas para manter a criança;
4. Aborto terapêutico: quando é o único meio para preservar a vida ou a saúde da gestante.

Quanto ao tempo de gestação, pode-se dizer:

Aborto subclínico: O abortamento que acontece antes de quatro semanas de gestação;
• Aborto precoce: Entre quatro e doze semanas;
• Aborto tardio: após doze semanas.

Aborto Espontâneo

Normalmente é fruto da ação natural do próprio organismo em busca da defesa de sua própria sobrevivência e conservação da espécie. De maneira geral dá-se quando o organismo identifica que o ovo, embrião ou feto apresenta anomalias genéticas, má formação e patologias adquiridas graves e irreversíveis.
A título de breve comentário são as seguintes causas: Anormalidades cromossômicas; Infecções causadas por microorganismos como agentes desencadeadores da rubéola, varíola, malária, toxoplasma etc.; Alterações anatômicas maternas como miomas,má formações uterinas etc. Patologias maternas como doenças endócrinas, tireoidopatias, diabetes. Drogas, agentes químicos, agentes ambientais como poluição severa etc.


Aborto Provocado ou Interrupção
Voluntária da Gravidez (IVG)

Ocorre por ingestão de medicamentos ou através de métodos mecânicos.

Exemplos de alguns procedimentos empregados para a interrupção da gravidez:

1. Administração de fármacos que provocam a interrupção da gravidez e expulsão do nascituro. Primordialmente acontece nos três primeiros meses de gestação. Normalmente é complementada pela aspiração mecânica do conteúdo interno do útero.
2. Curetagem. Corte do nascituro em pequenos pedaços seguida de raspagem ou aspiração mecânica.
3. Dilatação e Evacuação do nascituro. Provoca-se a dilatação cervical através de medicamentos e se retira o nascituro com a utilização de equipamentos cirúrgicos apropriados.
4. “Pesada” – Utilizada em situações de miséria absoluta em que se produz mecanicamente agressão ao nascituro através de socos e ponta-pés! “Técnica” utilizada normalmente pelas meninas de rua.
5. Substância salínica – Injeta-se substância salínica no útero, matando assim o nascituro para em seguida retira-lo mecanicamente. Etc.


O Aborto sob a ótica Biologia

Repousa neste quesito a grande discussão quanto ao início da vida propriamente dito. Recentemente o Supremo tribunal Federal organizou um Encontro de especialistas em vida biológica, ou seja médicos e cientista para discutir dentre outros temas, qual é exatamente o momento em que se inicia a vida. Alguns apontam, o instante da fecundação primário, ou seja, o instante em que o espermatozóide penetra o óvulo, permitindo assim o contato entre os núcleos de ambos, outros apontam o início da vida como sendo o da “nidação”, ou implantação do ovo fecundado na camada compacta do endométrio, fenômeno biológico que normalmente ocorre na 2ª. semana após a fecundação, outros ainda defendem a formação da estrutural cerebral como o início da vida, fenômeno que se inicia por volta 5ª. semana. De uma forma ou de outra, aqui também se debate as diferentes maneiras de se obstar a gravidez química e biologicamente, estamos falando dos métodos contraceptivos como: vasectomia, laqueadura, pílulas anticoncepcionais, camisinha, pílulas do dia seguinte, DIU, camisinha e outros.

Efeitos biológicos do aborto

• Risco real de morte ou deformidades (como esterilização) em virtude do uso de ervas, medicamentos, instrumentos comuns e cirúrgicos, infecções, hemorragias.
• Câncer de mama, a comunidade médica vinculada à oncologia tem estudado a relação causal entre o aborto induzido e o risco de desenvolvimento de câncer da mama. No início da gravidez, o nível de estrógeno e prolactina se elevam, para garantir o crescimento das glândulas mamárias e a conseqüente produção de leite materno. A hipótese de relação positiva entre o câncer de mama e o aborto sustenta que se a gravidez é interrompida antes da completa diferenciação celular, então existirão relativamente mais células diferenciadas vulneráveis ao câncer. Observa-se que até este momento esta hipótese é fruto tão somente de hipótese científica.

Prof. Paulo César Barros Monteiro


Continua...

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Psicoterror no Trabalho. O que é isso?



“ASSÉDIO MORAL NO TRABALHO”

PSICOTERROR LABORAL

Segundo o dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, a palavra "assédio" significa "insistência impertinente, perseguição, sugestão ou pretensão constantes em relação a alguém". [01]

Ultimamente, tem-se ouvido muito falar em assédio moral, embora não seja grande novidade na história da humanidade. Mas, afinal, o que é assédio moral no trabalho? Você conseguiria identificar se está sendo vítima desse mal?

Segundo a médica do trabalho e ginecologista Margarida Barreto, assédio moral no trabalho é:

"a exposição dos trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções, sendo mais comuns em relações hierárquicas autoritárias e assimétricas, em que predominam condutas negativas, relações desumanas e aéticas de longa duração, de um ou mais chefes dirigida a um ou mais subordinado(s), desestabilizando a relação da vítima com o ambiente de trabalho e a organização, forçando-o a desistir do emprego" [02].

Primeiramente, fala-se em "exposição dos trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes e constrangedoras". O trabalhador deve se sentir extremamente rebaixado, oprimido, ofendido, inferiorizado, vexado e ultrajado pela ação do assediador, que o persegue e o importuna.

Para citar um exemplo de humilhação no trabalho, vejamos um processo iniciado na 4a Vara do Trabalho de São Bernardo do Campo, com posterior Recurso Ordinário dirigido ao TRT/SP, no qual a empresa foi condenada a indenizar a reclamante por danos morais. [03]

Consta dos autos que a vítima vendia cotas para um consórcio e recebia tratamento desrespeitoso por parte de seus superiores, no intuito de vender e atingir metas. Eles aconselhavam-na a "sair com clientes" ou "vender o corpo", além de agredir verbalmente não só à reclamante, mas também aos vendedores que não alcançavam as metas, fazendo comentários irônicos, aplicando advertências, e tratando-os de forma extremamente grosseira, inclusive com xingamentos. Tudo acontecia na presença de outros funcionários, os quais serviram de testemunha no decorrer do processo.

Indiscutivelmente, havendo laudo clínico ou não, a reclamante teve sua saúde psicológica afetada, além de sua vida profissional e privada. Não houve respeito algum por parte dos superiores à sua "dignidade humana", posto ter sido "exposta ao ridículo" e tratada como simples objeto, e não como trabalhadora que era.

O assédio moral restou caracterizado pelo desrespeito à honra, moral e dignidade da trabalhadora. Houve, ainda, patente discriminação à figura da mulher, como se devesse estar à disposição de qualquer demanda do homem. Assim, consagrou-se evidente seu direito em requerer indenização por danos morais, a qual lhe foi concedida no valor de dez vezes o valor recebido normalmente no trabalho.

Dando continuidade à análise do conceito de assédio moral, ressalta-se que a exposição a esse tipo de situação deve ser "repetitiva e prolongada durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções".

Explica, ainda, Margarida Barreto, ser a perseguição mais comum em relações hierárquicas autoritárias e assimétricas [05], predominando condutas negativas, relações desumanas e aéticas de longa duração, de um ou mais chefes dirigida a um ou mais subordinado(s).

Segundo o dicionário Houaiss, relações assimétricas seriam relações desiguais, desproporcionais e diferentes, ou seja, desarmônicas.

Apesar do assédio moral no trabalho ser mais comum em relações hierárquicas, ou seja, de chefe(s) para subordinado(s), há ainda casos de colegas de trabalho que assediam a outros colegas.

Na Revista Veja, e publicado na Edição 1913, de 13 de julho de 2005edição da Revista Veja estão as declarações de Ronaldo Nunes Carvalho, 37 anos, na época vendedor em uma cervejaria em Porto Alegre. Vejamos:

"Durante um ano e quarto meses vivi num inferno, como vendedor de uma companhia de bebidas. A ordem da gerência era ridicularizar quem não cumpria as metas. Nas reuniões que precediam as nossas saídas para a rua, cada vendedor relatava os resultados do dia anterior. Quando eu era um dos que não tinham alcançado a meta, me via obrigado a pagar prendas, como subir na mesa e fazer flexões. Ao mesmo tempo, meus colegas eram instigados pelos gerentes a passar as mãos nas minhas nádegas. Às vezes, era obrigado a desfilar de saias ou passar por um corredor polonês formado pelos colegas, ouvindo palavrões e ofensas, como ‘burro’ e ‘imprestável’. Em seguida, eu ia para o banheiro e chorava escondido. Um dia de trabalho depois disso era o maior sacrifício. Em casa, vivia estressado, brigava com a minha mulher. Estava a ponto de explodir." [06]

Ronaldo, foi indenizado no valor de R$21.600,00 (vinte e um mil e seiscentos reais), quantia considerável nos tempos atuais. Porém, dinheiro algum nesse mundo é capaz de pagar o sofrimento físico e psicológico da vítima, cujas marcas podem permanecer por uma vida inteira.

Ainda segundo os estudos da Dra. Margarida no trabalho retro mencionado, a intenção do assediador moral seria "desestabilizar a relação da vítima com o ambiente de trabalho e a organização, forçando-o a desistir do emprego".

Os danos que o assédio moral pode causar ao empregado são seríssimos. Também conhecido como síndrome del acoso institucional, acoso moral, psicoterror, coação moral ou mobbing, o assédio moral no trabalho ultrapassa não só as fronteiras internacionais, como também qualquer categoria profissional. Médicos, advogados, operários, vendedores, representantes comerciais, diaristas, não há preferência profissional na desta perversidade.

O assédio moral dá direito à rescisão indireta. O trabalhador ainda pode pedir indenizações morais e/ou materiais. Para tanto, faz-se necessária consistente coleta de provas. Eis aí a parte mais difícil: como provar? A dificuldade existe por tratar-se de uma violência sutil, psicológica, e não física. Acontece quase que de maneira "invisível".

Meras alegações de nada valem ao Judiciário. A este interessa somente as provas, cuja coleta pode transforma-se em grande teste de paciência ao assediado. Tão logo a vítima perceba que está sendo assediada moralmente, deve reunir documentos escritos pelo assediador, como e-mails, cartas e bilhetes, além de laudos médicos, cartões de ponto, e quaisquer outros documentos que provem uma perseguição. Gravações das ofensas do malfeitor diretamente à vítima também são possíveis. Outra prova importantíssima são as testemunhas, que podem comprovar gestos, comportamentos e palavras relativas ao assédio.

As manifestações do assédio segundo o sexo:

Com as mulheres: os controles são diversificados e visam dentre outras coisas intimidar, submeter, proibir a fala, interditar a fisiologia, controlando tempo e freqüência de permanência nos banheiros. Ainda, comentários agressivos quanto à aparência, fato de ser mulher etc.

Relaciona atestados médicos e faltas a suspensão de cestas básicas ou promoções.

Com os homens: Buscam ofender o homem nos quesitos virilidade e opção sexual. preferencialmente.

Frases discriminatórias freqüentemente

utilizadas pelo agressor

  • Você é mesmo difícil... Não consegue aprender as coisas mais simples! Até uma criança faz isso... e só você não consegue!
  • É melhor você desistir! É muito difícil e isso é pra quem tem garra!! Não é para gente como você!
  • Não quer trabalhar... fique em casa! Lugar de doente é em casa! Quer ficar folgando... descansando.... de férias pra dormir até mais tarde....
  • A empresa não é lugar para doente. Aqui você só atrapalha!
  • Se você não quer trabalhar... por que não dá o lugar pra outro?
  • Teu filho vai colocar comida em sua casa? Não pode sair! Escolha: ou trabalho ou toma conta do filho!
  • Lugar de doente é no hospital... Aqui é pra trabalhar.
  • Ou você trabalha ou você vai a médico. É pegar ou largar... não preciso de funcionário indeciso como você!
  • Pessoas como você... Está cheio aí fora!
  • Você é mole... frouxo... Se você não tem capacidade para trabalhar... Então porque não fica em casa? Vá pra casa lavar roupa!
  • Não posso ficar com você! A empresa precisa de quem dá produção! E você só atrapalha!
  • Reconheço que foi acidente... mas você tem de continuar trabalhando! Você não pode ir a médico! O que interessa é a produção!
  • É melhor você pedir demissão... Você está doente... está indo muito a médicos!
  • Para que você foi a médico? Que frescura é essa? Tá com frescura? Se quiser ir pra casa de dia... tem de trabalhar à noite!
  • Se não pode pegar peso... dizem piadinhas "Ah... tá muito bom para você! Trabalhar até às duas e ir para casa. Eu também quero essa doença!"
  • Não existe lugar aqui pra quem não quer trabalhar!
  • Se você ficar pedindo saída eu vou ter de transferir você de empresa... de posto de trabalho... de horário...
  • Seu trabalho é ótimo, maravilhoso... mas a empresa neste momento não precisa de você!
  • Como você pode ter um currículo tão extenso e não consegue fazer essa coisa tão simples?
  • Você me enganou com seu currículo... Não sabe fazer metade do que colocou no papel.
  • Vou ter de arranjar alguém que tenha uma memória boa, pra trabalhar comigo, porque você... Esquece tudo!
  • A empresa não precisa de incompetente igual a você!
  • Ela faz confusão com tudo... É muito encrenqueira! É histérica! É mal casada! Não dormiu bem... é falta de ferro!
  • Vamos ver que brigou com o marido!

O QUE A VÍTIMA DEVE FAZER?

  • Resistir: anotar com detalhes toda as humilhações sofrida (dia, mês, ano, hora, local ou setor, nome do agressor, colegas que testemunharam, conteúdo da conversa e o que mais você achar necessário).
  • Dar visibilidade, procurando a ajuda dos colegas, principalmente daqueles que testemunharam o fato ou que já sofreram humilhações do agressor.
  • Organizar. O apoio é fundamental dentro e fora da empresa.
  • Evitar conversar com o agressor, sem testemunhas. Ir sempre com colega de trabalho ou representante sindical.
  • Exigir por escrito, explicações do ato agressor e permanecer com cópia da carta enviada ao D.P. ou R.H e da eventual resposta do agressor. Se possível mandar sua carta registrada, por correio, guardando o recibo.
  • Procurar seu sindicato e relatar o acontecido para diretores e outras instancias como: médicos ou advogados do sindicato assim como: Ministério Público, Justiça do Trabalho, Comissão de Direitos Humanos e Conselho Regional de Medicina (ver Resolução do Conselho Federal de Medicina n.1488/98 sobre saúde do trabalhador).
  • Recorrer ao Centro de Referencia em Saúde dos Trabalhadores e contar a humilhação sofrida ao médico, assistente social ou psicólogo.
  • Buscar apoio junto a familiares, amigos e colegas, pois o afeto e a solidariedade são fundamentais para recuperação da auto-estima, dignidade, identidade e cidadania.

Paulo César Barros Monteiro

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sábado, 24 de outubro de 2009

Lula Molusco resgata sua origens genéticas em Judas Iscariotes !




"Uma Nação de Cócoras", foi assim que a lúcida e inteligente articulista do jornal O Estado de São Paulo Dora Kramer, classificou o Brasil diante dos crimes praticados pelo MST na sua vida pregressa. Não demorou muito para que alguns pseudo-intelectuais de meia tigela petistas, manifestassem "indignação" através de um documento divulgado ontem (23/10) contra a aprovação da CPI que investigará supostas irregularidades de repasse de verbas públicas para a organização! Assinam o manifesto nomes como Antonio Cândido e Luis Fernando Verissimo, todos de "cócoras" diante do Lula Molusco e sua plêiade de bobos da corte! Fico imaginando a carinha de chateadinhos que esses intelectuais fazem, baforando seus charutos enviados por Fidel através do Chaves, o psicopata venezuelano, cuja última atitude de peso "político" foi expropriar um hotel cinco estrelas da rede Hilton em terras venezuelanas.

Aliás, Lula Molusco desandou a falar e fazer asneiras nesses últimos dias de tal maneira "como jamais se viu nesse país"! Primeiro, ele indica para o STF, um ministrinho sem qualquer condição técnica para assumir tal função, depois programa um piquenique às margens do Velho Chico, levando à tiracolo sua ministra Pinóquio, candidata do planalto e o irascível Ciro Gomes, marionete cearence, que imagina será Governador de São Paulo, só porque o Lula Molusco quer!!!

Lula Molusco anda melindrado com o Tribunal de Contas da União, órgão fiscalizador autônomo, porque segundo Lula Molusco, tal tribunal, diz Lula "atravanca" sua agenda de pré-comícios ao apontar sobrepreços, superfaturamento, fiscalização deficiente, licitação irregular em obras do PAC - (programa de Aceleração do Crescimento), que diga-se de passagem nos fazem lembrar o Pacman, aquele joguinho jurássico e delicioso de se jogar em que um bonequinho cabeção engole tudo que vê pela frente, tem uma bocarra enorme, come legislação e come oposição. Tudo regado à caipirinha!

Para completar seus festival recente de bizarrices, Lula Molusco garante que "No Brasil, Jesus teria que se aliar a Judas". Mostrando que além de seu profundo desconhecimento da figura correta, insuspeita e imaculada de Jesus Cristo, que aliás morreu também por não aliar-se aos líderes judeus corruptos e nepotitas,bajuladores do império romano, Lula exige para si a condição de "deusinho" que vende com a maior facilidade do mundo sua alma ao diabo, caso isso lhe garanta algum dividendo político eleitoral. Tenha santa paciência Lula Molusco, áh!! me perdoe, como pedir santa paciência, de alguém que de santo não tem é nada.

Paulo César Barros Monteiro
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segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Filiação Partidária, eu?


Filiação Partidária, eu?

Quem me conhece pessoalmente sabe, sabe que sempre fui filiado a partido político e que também usualmente incentivo meus familiares e amigos a terem uma filiação partidária, claro, segundo a sigla partidária cuja ideologia lhe seja mais interessante. Entendo a filiação partidária como um exercício legítimo de cidadania; assim, não entendo que deva ter filiação partidária apenas quem tenha vocação ou interesse de disputar um mandato político-eleitoral, mas todo cidadão, sob meu ponto de vista deveria filiar-se a um partido político. O partido político é o fórum adequado para um exercício político de cidadania direto quanto à escolha dos candidatos aos pleitos eleitorais. Compreendo que no momento em que a pessoa se declara APOLÍTICO ou que se apresenta apenas e tão somente como um “resmungão” incorrigível, e que não se utiliza das ferramentas jurídicas eleitorais à disposição do cidadão, abre espaço para que falsos políticos ou candidatos desqualificados apresentem seus nomes nas convenções partidárias, únicos canais legais possíveis, através dos quais, se pode exercer a chamada cidadania ativa, ou seja, uma pessoa só poderá disputar qualquer eleição se tiver uma filiação partidária. Ainda que o indivíduo não seja candidato a qualquer cargo, é na estrutura partidária que ele poderá votar contra ou a favor da indicação de nomes para a disputa de mandatos eletivos. O Partido Político, por exemplo, é a primeira instância em que cidadãos filiados podem impedir que pessoas com FICHAS SUJAS sejam candidatos a algum cargo eletivo.

Paulo César Barros Monteiro
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sexta-feira, 16 de outubro de 2009

MENTIRA, INVENCIONICE, SIMULAÇÃO, FABULAÇÃO E MITOMANIA. Afinal de contas o que é normal e o que é patológico?



MENTIRA, INVENCIONICE, SIMULAÇÃO, FABULAÇÃO E MITOMANIA.
Afinal de contas, o que é normal e o que é patológico?



A Promotoria Suíça informou ontem que a brasileira Paula Oliveira, residente naquele país, será muito em breve submetida a julgamento. Paula MENTIU às autoridades suíças e as induziu a erro ao afirmar que fora vítima de um a ataque xenófobo, quando segundo ela, teria sido atacada por punks daquela nacionalidade, ataque esse motivado por ódio racial. MENTIU AINDA, quando afirmou que, como fruto da agressão teria abortado filhos gêmeos. Após grande escândalo na imprensa internacional, a mentira de Paula ruiu completamente, e se comprovou que tudo não passara de INVENCIONICE BIZARRA, cujo interesse passava por uma gorda indenização, e, que também ela jamais esteve grávida de gêmeos.

Amigos internautas, discorrendo um pouco mais sobre aspectos psicológicos e sociais da mentira vejamos. Praticamente todos nós conhecemos alguém, cuja fama de mentiroso já se faz sólida e inquestionável. Às vezes é um parente, às vezes é um amigo, às vezes é um político conhecido. O que precisamos fazer ao lidar com esse tema, é antes de tudo diferenciar a mentira como falsificação proposital de fatos, informações e afirmações, como o objetivo de levar alguém a engano, conforme diz Moacyr Benedicto de Souza, no seu livro, da chamada MENTIRA PATOLÓGICA, doentia, nesta, o que existe é a expressão exata do funcionamento do mecanismo mental defeituoso. Assim, Guido Arturo Palomba, psiquatra forense, explica: “O mentiroso comum calcula o perigo que corre, prevê as contestações, prepara contra-respostas, ao passo que o mentiroso patológico ou doente, vai mentindo e dando asas à sua rica fantasia, sem se preocupar em aprofundar e aquilatar o que diz, não se dando conta de que muitas vezes está caindo no ridículo”.

No mundo jurídico de maneira especial, seus operadores, sejam advogados, juízes, promotores e ou peritos precisam manter-se atentos a tempo e fora de tempo aos ardis, simulacros, invencionices e mentiras. Nos processos civis e criminais abundam a prática de oitivas e testemunhas que visam transformar traficantes perigosos em meros usuários de drogas, estelionatários capciosos em santarrões inocentes, no campo da justiça laboral ou do trabalho, médicos peritos atentam para que não sejam enganados por falsos candidatos a aposentadoria por invalidez ou por inescrupulosos que buscam indenizações milionárias; No campo processual civil, o que sempre me causou profundo espanto foram atitudes extremamente agressivas e mentirosas de ex-cônjuges entre si, especialmente quando se coloca em alto relevo a partilha de bens ou guarda de filhos, muitos, atiçados por seus advogados ou não, mentem descaradamente acusando um ao outro do que atitudes terríveis que jamais aconteceram, casais que se tratavam civilizadamente até a chegada do processo de separação judicial ou divórcio! Por último, vale destacar, o cuidado grandioso que operadores do direito, especialmente psicólogos e assistentes sociais, devem ter com o testemunho de crianças, isto porque, muitas vezes suas mentes confundem realidade com fantasia, sem contar chantagens e ameaças facilmente enxertadas por adultos inescrupulosos que as rodeiam.

Dentre as mentiras patológicas destacamos:

1 – MITOMANIA

Lembra daquela pessoa que mente com facilidade a ponto dela mesma acreditar verdadeiramente na sua mentira? Esse é o mitômano, sua autocrítica é quase inexistente, frequentemente passa por ridículo por que suas mentiras são facilmente descobertas. O mitômano se satisfaz ao propagar aos quatro ventos que é milionário sem ter um tostão, paraquedista sem jamais ter entrado num avião, filho de um general, mas na verdade é filho de um soldado raso, casado com uma ex-modelo russa quando na verdade, é casado com a Malvina lá das bandas do Vai quem quer, espião da Polícia Federal quando não passa de um detetive de meia tigela com diploma do Instituo Universal de Detetives Particulares de Itapipoca-Ceará! O Mitômano, quando confrontado e descoberto, recolhe-se em tristeza, apatia, mas tão logo sua mente produza novo mito, volta a procurar situações ou conhecer novas pessoas para exercitar e sentir prazer na sua nova jornada mítica, quem sabe agora a de Piloto de testes dos novos jatos da Embraer!!!

2 – FABULAÇÃO

Os pacientes desta enfermidade enfrentam um processo mental mais agressivo, suas elaborações não são tão lógicas quanto às dos mitômanos, o Fabulador é mais fragmentário, maníaco, seus elementos de construção fantasiosa são espetaculares, entretanto, ressalta-se que o mesmo é seguro na transmissão da sua “verdade”, podendo impressionar de pronto, adentrar um hospital público movimentado, vestido de branco, com um estetoscópio no pescoço, pode antes de ser descoberto “consultar” muitos pacientes. Este paciente quando confrontado é lacônico, inseguro, incapaz de contestar ou permanecer afirmando o que antes dizia com segurança!!!

domingo, 11 de outubro de 2009

TRANSTORNO OBSESSIVO COMPULSIVO – TOC; Obsessões e compulsões mais comuns. Continuação...

TOC Limpeza. Seriado MONK.
TRANSTORNO OBSESSIVO COMPULSIVO – TOC

Continuação...

Amigos internautas dando prosseguimento à nossa reflexão sobre Transtorno Obsessivo Compulsivo – TOC, gostaria de trazer mais algumas informações, que podem nos ajudar a dirimir algumas dúvidas importantes quanto tema em tela.
Assim, no mesmo diapasão do texto postado anteriormente, vejamos alguns exemplos de obsessões que acontecem com maior freqüência, catalogadas e citadas com mais freqüência pelos profissionais que tratam deste transtorno, são elas:

• Preocupação excessiva com sujeira, germes ou contaminação;
• Dúvidas;;
• Preocupação com simetria, exatidão, ordem, seqüência ou alinhamento;
• Pensamentos, imagens ou impulsos de ferir, insultar ou agredir outras pessoas;
• Pensamentos, cenas ou impulsos indesejáveis e impróprios, relacionados a sexo; (comportamento sexual violento, abusar sexualmente de crianças, falar obscenidades, etc.);
• Preocupação em armazenar, poupar, guardar coisas inúteis ou economizar;
• Preocupações com doenças ou com o corpo;
• Religião (pecado, culpa, escrupulosidade, sacrilégios ou blasfêmias);
• Pensamentos supersticiosos: preocupação com números especiais, cores de roupa, datas e horários (podem provocar desgraças);
• Palavras, nomes, cenas ou músicas intrusivas e indesejáveis;


Ora se estes são alguns exemplos de categorias de pensamentos intrusivos e persistentes que invadem a mente do portador de TOC, quais são então alguns exemplos de rituais compulsivos ou maníacos repetitivos utilizados pelo cérebro com a intenção de afastar ou desviar os pensamentos obsessivos? Vejamos alguns exemplos de manias que se instauram:

• De lavagem ou limpeza;
• Verificações ou controle;
• Repetições ou confirmações;
• Contagens;
• Ordem, simetria, seqüência ou alinhamento;
• Acumular, guardar ou colecionar coisas inúteis, poupar ou economizar;
• Compulsões mentais: rezar, repetir palavras, frases, números;
• Diversas: tocar, olhar, bater de leve, confessar, estalar os dedos;


Os mais renomados autores e estudiosos deste transtorno, ressalvam que na verdade se verifica uma mistura ou mixagem de fatores de origem biológica e psicológica que ao se encontrarem num mesmo indivíduo dispara o gatilho neural e psicológico fomentadores de muitos transtornos d ansiedade, dentre os quais o TOC. Assim pode se afirmar, que há indivíduos que são naturalmente mais vulneráveis do ponto de vista genético ou nerológico à ansiedade patológica, e, que ao encontrar terreno fértil do ponto de vista social, costumeiro, familiar ou religioso produz-se quase que inexoravelmente o Transtorno Obsessivo Compulsivo.
Quanto ao tratamento, não há falar-se em uma única metodologia ou encaminhamento; Outrossim, jamais poderá se divorciar o uso de medicação associada à uma permanente atenção psicoterápica. Sempre profissionais capacitados e conhecedores dos transtornos da ansiedade.

Paulo César Barros Monteiro

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

A Olimpíada e o cachorro que persegue o carro em alta velocidade, mera coincidência?



A Olimpíada e o cachorro que persegue o carro em alta velocidade, mera coincidência?

Caros internautas creio que todos conhecemos aquela cena clássica do cachorro que persegue um carro em alta velocidade, até que pra surpresa do mesmo, o carro para e cria-se um problema enorme para o pobre Rex, o que fazer com o carro? Essa cena pitoresca me veio à mente no momento exato em que assistia Lula chorando compulsivamente abraçado ao geriátrico Pelé! Sim, ganhamos o direito de sediar as olimpíadas de 2016, passamos para trás a Chicago do Obama, que, diga-se de passagem, tinha uma forte campanha interna pela não realização dos jogos em sua cidade, ganhamos da Tóquio lata de sardinha, e, finalmente da espanhola Madri, não teve rei Juan Carlos, que desse jeito! Finalmente tinha chegado a hora da América do Sul, da cidade maravilhosa, Rio de Janeiro. Um evento como uma olimpíada não tem seu prazo de preparação contado em anos ou em meses, mais em dias, aqui mora a cara de cachorro do carro que para, e agora o que fazer? Já perdemos 05 dias, nenhuma pá se movimentou pra limpar a lagoa Rodrigo de Freitas ou ação que o valha! Pra complicar ainda mais esse calendário, temos duas eleições presidenciais no meio desse caminho, 2010 e 2015, temos uma copa do mundo em 2014 e um presidente do comitê olímpico brasileiro, se movimentando politicamente para ter direito de presidir a instituição até seus oitenta anos de idade, tudo para alcançar a pira olímpica.

Companheiro Lula e trupe que viajaram para assistir o cerimonial in loco, não quero fazer aqui o papel do chato que não se alegra com a alegria do povo pululando nas areias quentes de Copacabana no dia do resultado, quero apenas perguntar se de fato não estamos nos preparando para entrar para a história como o maior mico olímpico que se tem notícia? Realidade e ficção podem até se misturar na edição de um vídeo feito para “dinamarquês” ver, mas não vai dar pra fazer uma edição, um recorte real e simplesmente deletar do mapa urbano carioca, todas aquelas favelas apagadas nas imagens do vídeo apresentado para os votantes do comitê olímpico lá em Copenhague! Confesso que até, já começo a me preparar para estar no rio de janeiro em 2016 com bandeirinha verde e amarela na mão, até porque sou um aficionado pela cidade do Rio de Janeiro e seu povo. Que o verde simbolize as matas deste Brasil e que o amarelo não seja a tintura roubada do sorriso dos brasileiros diante de um mundo estupefato com uma borrada maquiagem da administração pública. Cumpadi Lula Molusco são 14,5 bilhões de dólares de investimento!!!

Paulo César Barros Monteiro

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