Acorda 2010!
Este ano ao que tudo indica será um ano muito interessante e repleto de aventuras para o povo brasileiro, em especial na seara política e econômica. Na seara política não faltarão novidades no front de guerra que se instala hoje, primeiro de janeiro. Ainda que a oposição resista será muito difícil fugir da polarização PT x PSDB, como deseja o Presidente Lula. Nesta esteira, honestamente não estou convencido que o Serra seja o candidato dos tucanos. Experiente e “camundenbado” como o é, só sairá candidato se tiver certeza que vence a Dilma, caso contrário, vai recolher-se à reeleição para Governador de São Paulo, não vai querer “manchar” sua carreira política com mais uma derrota para o Lula. Aliás, aproveito aqui para dizer que mesmo não sendo eleitor da Dilma, às vezes me pego pensando em encarar o Serra como nosso presidente, vixi Maria! Agüentar toda aquela arrogância dele e de seu tucanato, seria de amargar, xarope de azeite de mamona pra criança nenhuma botar defeito!!
Quanto ao quesito economia, o Brasil ao que tudo indica, vai continuar nos trilhos rumo ao posto que naturalmente lhe é reservado, ser um dos países mais ricos do planeta, o bom disso tudo, é que independente do alcaide que assuma o planalto nossas instituições já estão de tal maneira fortalecidas que por mais asneiras que se faça dificilmente o país vai à bancarrota. Aliás, sob meu ponto de vista, um dos maiores cuidados que o próximo presidente terá que tomar, será estabelecer uma austera e rígida política internacional com nossos vizinhos sul americanos, especialmente com as nações governadas por fanfarrões birutas e histriônicos com sede de eternização no poder como Rafael Corrêa do Equador, Evo Morales da Bolívia e o chatíssimo Hugo Chaves da Venezuela.
No plano pessoal, gostaria apenas de pensar junto com os amigos internautas sobre a mais importante organização que se tem notícia na face da terra, a saber, a família. Fruto dos sonhos de Deus para as nossas vidas, grande privilégio para o ser humano! Nada tem mais importância para os filhos e filhas do que a presença e interação sadia dos pais e mães com os seus rebentos. Tenho plena certeza, de que mais vale uma vida econômica modesta, menos abastada materialmente, que conte com uma interação familiar permanente, do que riqueza material dobrada e inimizade ou indiferença enfraquecendo a família, não há dinheiro que pague o sofrimento de um filho encrencado com qualquer droga ou dilacerado na sua afetividade relacional com pai e mãe. Que Deus nos guarde neste ano novo, de novo.
Paulo César Barros Monteiro
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